terça-feira, 14 de outubro de 2014

ASSASSINARAM A UTOPIA






ASSASSINARAM A UTOPIA


Transformaram a utopia em eterna utopia
E assassinaram a esperança....


Ainda fazem do mínimo realizado
De forma ineficaz e sofrida
A maior de todas as revoluções
Como se uma mãe pudesse definir-se heroína
Pelo simples fato de alimentar o seu bebê...
Ou um pai pudesse dizer que é o maior pai do mundo
Por comprar mantimentos para o alimento da família...
querem fazer do mínimo o máximo
e do cumprimento incompleto do dever um favor!
Que delírio! Quanta incompetência!
Quanta mentira! Quanta empulhação!


Transformaram a utopia em eterna utopia
E assassinaram a esperança....

Não bastassem ter destruído a esperança
De que a cidadania seria construída
Proporcionando-se o mínimo possível
Para livrar da necessidade e
Garantir um grama de liberdade
A sua política de segurança
Permite um banho de sangue a cada dia
Nunca se matou tanto! Nunca se assaltou tanto...
A sua política de saúde
Transformou cada hospital num campo de concentração
E seus corredores em palco de silencioso genocídio
A sua política educacional
Institucionalizou a ignorância
Paraíso da decoreba que não ensina a pensar...
E no seu pelourinho quem leva chicotada
É o professor espoliado, explorado, desvalorizado...
Pois pode ser semente de mudança
Caso eduque verdadeiramente!

Transformaram a utopia em eterna utopia
E assassinaram a esperança....

Ainda financiam uma horda de parasitas
Que barbaramente defendem o infinito continuísmo
Enquanto mamam nas tetas do poder público
Cada um pronto para morrer para manter sua posição
Com mais sede que pulgas e carrapatos...
Fazendo falsa propaganda
Caluniando... mentindo... destilando o ódio!
E nunca se viu tanta corrupção
Cultural que se mostra mais  eficaz que sua política cultural
E nunca se fez tanto da miséria aliada
E cobram dos miseráveis beneficiados
A perda da liberdade... a fidelidade..
A escravidão... tentando converter-se em nova religião!
Ao tempo que algumas dentre as piores figuras da República
Cujas famílias há algum tempo
Ainda chibateavam seus escravos
Senhores feudais da era digital
E que disputam nas páginas policiais
Espaço com os que explodem bancos e sequestram...
Estão entre seus grandes aliados
De forma que esta esquerda no poder endireitou-se
Nesse caldo de loucura e delírio
Ainda aniquilaram com a maior parte
Dos movimentos sociais organizados...

Transformaram a utopia em eterna utopia
E assassinaram a esperança....


Não contentes com todo o caos
Ainda querem se perpetuar no poder
Convertendo-se em dinastia
E numa parasitagem infinita
Mascarada pelo falso discurso de democracia
Sob a falsa manta de um doentio socialismo
Fincados na sangria da garganta do povo!
Querem vampirizar até a última gota de sangue
Pois grávidos de uma nova geração

De vampiros e parasitas mil vezes pior!

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